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PREOCUPAÇÃO: Barra do Corda registra um dos piores invernos da história

O inverno fraco coloca os reservatórios de água em alerta, além de comprometer a pastagem em propriedades pequenas e grandes. De um ano para o outro, a diferença já soma 817 milímetros de chuvas a menos.

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Um levantamento realizado pelo Blog Minuto Barra e pela empresa Sourcetech (antiga Fazenda Chapada) aponta uma diferença de 817 milímetros a menos de chuva em comparação ao inverno de 2023/2024.

A baixa distribuição de chuvas em todo o município de Barra do Corda tem gerado grande preocupação na população, especialmente entre aqueles que trabalham na lavoura e na agropecuária (criadores de gado). A escassez de chuvas volumosas coloca os reservatórios de água em estado de alerta máximo, além de comprometer a pastagem em propriedades de pequeno, médio e grande porte.

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O inverno na região central do Maranhão, onde Barra do Corda é a principal cidade, tem início no final de um ano e se estende até o quinto mês do ano seguinte, ou seja, de novembro a maio.

COMPARATIVO

O inverno de novembro de 2023 a maio de 2024 foi um dos mais intensos da história. Apesar de provocar estragos na infraestrutura da cidade, como no bairro Tamarindo, trouxe benefícios para lavradores e pecuaristas, garantindo pastagem abundante e reservatórios de água cheios.

Entre novembro de 2023 (início do inverno) e maio de 2024 (final do inverno), Barra do Corda registrou 1.565 milímetros de chuva, um volume significativo.

Já entre novembro de 2024 (início do inverno) e março de 2025 (ainda dentro do período chuvoso), o acumulado foi de apenas 748 milímetros, representando uma diferença de 817 milímetros a menos.

Por um lado, a população respira aliviada pela ausência de alagamentos em bairros vulneráveis e pela preservação das estradas. No inverno de 2023/2024, as chuvas foram tão intensas que a BR-226 chegou a romper logo após a unidade da PRF.

No entanto, as consequências da estiagem deste ano serão graves, principalmente para a lavoura e a pecuária em Barra do Corda.

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