ELEIÇÕES TJMA: Nelma Sarney diz ser vítima de uma campanha sórdida

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Matéria do Blog do Diego Emir

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Soou no mínimo de forma estranha a notícia divulgada neste domingo (3), no Jornal Pequeno, sobre o caso Bradesco que envolve a desembargadora Nelma Sarney que figura como vítima de um processo de estelionato praticado por uma ex-gerente de banco privado da capital.

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Como toda população sabe, Nelma Sarney foi vítima de um grande esquema de agiotagem manipulado pela ex-gerente do Banco Bradesco, Raimunda Célia Moraes, que teria utilizado sem autorização a conta da desembargadora para fazer movimentações.

Ao que parece tudo faz parte do grande plano arquitetado pelo comunista contra a desembargadora Nelma Sarney. Como todos sabem, Dino mantém grande influência com matérias pagas no jornal aliado que publicou a informação e por isso se aproveita do espaço para atacar adversários políticos que não obedecem à sua cartilha ditatorial.

Contra Nelma vem pesando várias denúncias, aparentemente infundadas e sem qualquer base de veracidade, que envolvem cartórios, decisões e casos como esse do Bradesco. O mais hilário em tudo isso é que promotores alinhados ao projeto dinista vêm tentando envolver Nelma, que foi vítima de um golpe, em um caso em que ela não teve qualquer participação.

A bem da verdade, o Ministério Público deveria se envergonhar em contar com membros que ao invés de buscar a defesa dos interesses do cidadão, saem em defesa de grupos políticos. Sejam eles quais forem. A investigação de um membro da corte de Justiça cabe exclusivamente ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas alguns insistem em criar imbróglios simplesmente para envolver o nome de Nelma Sarney em um jogo político e sujo para ganhar as páginas de jornais que todos sabem é bancado pelos Leões.

Da corte, espera-se o mínimo de discernimento entre a tradição e respeito às normas que vem prevalecendo no TJMA e o projeto que querem instalar no Tribunal de Justiça bancado pelos governo do Estado. Isso porque o cidadão que espera ver suas lides resolvidas nutre a esperança de ter o mínimo de segurança jurídica nas decisões do colegiado.

Contatada, Nelma Sarney disse não dever absolutamente nada e que muitas especulações começam a surgir provavelmente em razão das eleições do TJMA que se aproximam. Ela garante estar totalmente aberta a qualquer questionamento e que as denúncias vazias são fruto de uma campanha sórdida contra uma mulher, mãe de família, avó e que tem sua vida na magistratura seguida com muita dignidade, ética e respeito às normas que imperam no Tribunal de Justiça.

Nelma reafirmou que falsas denúncias não a farão desistir de disputar a presidência do TJMA e que nunca foi mulher de fugir das batalhas. “Sempre enfrentei de frente as adversidades, muitas vezes inclusive contra a vontade de pessoas muito próximas, mas sempre mantive minhas convicções, autonomia e independência para trabalhar com seriedade para levar justiça a todos os cidadãos do meu Estado”, afirmou.

Nelma classifica como jogo baixo e sujo de pessoas sem escrúpulos as tentativas de querer jogar contra ela desembargadores cujo passado merece respeito e que não merecem ser tratados como peças em um tabuleiro de xadrez. “Todos os desembargadores que hoje compõem o plenário chegaram lá por competência do árduo trabalho que desempenharam ao longo de suas carreiras e nada devem a ninguém. Não creio que agora, por interesses escusos, os membros alterem o rito e coloquem em xeque a história da terceira corte de Justiça mais antiga do país”, disse.

Essa afirmação de Nelma Sarney se deve ao fato de que alguns desembargadores, propensos a seguir o projeto dos Leões, podem ser diretamente prejudicados nas próximas eleições para a Mesa Diretora do TJMA.

Questionada de como seria uma possível gestão sua, Nelma garantiu que vai atuar de portar abertas para dialogar com todos: desembargadores, juízes, servidores, sociedade, governo e prefeituras. Na visão da magistrada, as políticas judiciárias precisam ter a ampla participação da sociedade, em razão do seu alcance social.

Se depender do que a desembargadora fez à frente da Corregedoria da Justiça é justamente isso que deve acontecer, já que naquela oportunidade a desembargadora atendeu inúmeras pessoas, de diversas categorias. Sobre isso, Nelma disse que apenas manteve uma política de portas abertas já iniciada pelos desembargadores Jamil Gedeon e Guerreiro Junior, que muito fizeram para melhoria da Justiça de 1º grau.

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