Enquanto Flávio Dino persegue seus adversários políticos, em São Luís ocorrem em 11 meses quase 700 crimes

O governador Flávio Dino, antes de chegar ao governo, sempre criticava  ex-governadora Roseana Sarney, caso ocorresse uma queda com alguém no trânsito em São Luis ou em qualquer outra parte do estado. Flávio Dino, criticou tanto Roseana em cima de seus palanques na campanha de 2014, quando dizia que, sendo eleito e chegando ao poder, o crime seria vencido pelo seu governo, coisa que até o presente momento não ocorreu e pelo visto piorou.

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No dia da posse do governador em 1° de janeiro de 2015, o governador com seu discurso de ódio contra o grupo Sarney, disse que a partir de então, os bandidos que aterrorizavam São Luis e o Maranhão, poderiam correr do estado, pois seu governo não aceitaria o crime e os bandidos não controlariam as ruas da capital e as facções não dominariam pedrinhas.

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Enquanto o governador se preocupa loucamente em perseguir seus adversários políticos em todo o estado, os bandidos tomam contam das ruas de São Luis e do Maranhão.

É alarmante o número de assassinados registrados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) na Região Metropolitana de São Luís, que compreende os municípios de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa.

Reportagem especial de fim de semana de O Estado revela que 642 homicídios dolosos foram registrados de janeiro a novembro deste ano na Ilha. A maior parte do crimes ocorreu na capital, com 462 casos. O bairro mais violento, segundo relatório da SSP, é a Cidade Olímpica, com 19 assassinatos em 11 meses.

A área do Coroadinho também é uma das mais violentas da capiral, com 16 casos registrados e os bairros Anil e Vila Embratel aparecem logo em seguida, com 14 assassinados, cada.

A reportagem mostra também que os meses de fevereiro e julho foram os que mais registraram casos de homicídios dolosos na capital: 53 mortes em cada. Em março, agosto e outubro, ocorreram 46, cada; janeiro, 42; novembro, 39; setembro, 35; junho, 33; e abril foi o mês com o menor número de ocorrência desse tipo de crime, com 32 assassinatos. Nos demais municípios da Ilha a violência também é alarmante.

O delegado da Superintendência Estadual de Homicídios e Proteção a Pessoas (SHPP), Marcos Affonso Júnior, afirmou que a maioria desses assassinatos têm ligação com o tráfico de entorpecentes e rixa entre facções criminosas. “As facções criminosas, na maioria das vezes, brigam entre si com o objetivo de conquistarem novos espaços para vender droga”, declarou o delegado.

Um quadro preocupante na Região Metropolitana de São Luís.

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