Superintendente do DNIT afirma em reunião que governo federal não tem recursos suficientes para recuperação de rodovias federais no Maranhão

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De O Estado

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Em reunião de parte da bancada do Maranhão na Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), foi dada a informação de que o órgão não tem verba suficiente para realizar todos os serviços e obras que as três Brs (135, 222 e 010) tem previsão em 2020. Segundo o superintendente, seriam necessários mais de R$ 400 milhões.

Em meio ao recesso, quatro deputados – Márcio Jerry (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB), Pastor Gildenamyr (PL) e Juscelino filho (DEM) – e uma senadora – Eliziane Gama (Cidadania) – maranhenses tiveram, ontem, na reunião com o superintendente do Dnit no estado, Glauco Henrique da Silva. Os parlamentares buscavam informações sobre a situação das rodovias federais que cortam o Maranhão e as previsões para as obras que receberam e ainda tem orçada verba de emenda impositiva de bancada.

O superintendente deixou claro para os deputados e a senadora que o órgão vai trabalhar com prioridades este ano já que os recursos previstos não contemplam toda a demanda para os mais de 3,2 mil km de rodovias no Maranhão.

Segundo dados do DNIT, o órgão tem previsto cerca de R$ 148 milhões sendo que seriam necessários mais de R$ 400 milhões para as obras como a segunda etapa da duplicação da BR-135 e também para os serviços de manutenção.

“Mostramos que nossa necessidade de recurso é sempre maior do que vem sendo disponível”, disse Glauco da Silva.

Além do recurso escasso, Glauco da Silva mostrou que a obra de duplicação do segundo trecho da BR-135 (de São Mateus a Miranda) está paralisada desde o ano passado. Segundo ele, o contrato com a empresa que ganhou a licitação será rescindido devido a inconsistências.

“Informamos aos deputados e a senadora que na questão da BR-135, o contrato será rescindido porque o serviço não ocorreu como a gente planejou. Já está sendo providenciado um novo projeto para que possamos dá uma resposta”, afirmou o superintendente.

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